Para alegria da banca internacional parece que o pior foi evitado. Depois de todo o jogo de cena, republicanos e democratas houveram por bem terminar o espetáculo com um final feliz. Não acontecerá o calote americano. O teto de limite para o endividamento será elevado em troca de uma redução projetada de U$ 3,4 trilhões de dólares nos próximos dez anos.
Naturalmente quem pagará a conta dessa farsa é a camada mais pobre da população americana, mas a banca nem está aí. Que se abra a champanhe! Tim-Tim!